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Vereadores de São Cristóvão repudia informações veiculadas nas redes sociais

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J. Sousa
fevereiro22/ 2018

“Aprovam Reajuste Salarial dos Professores sem o voto de Paulo Jr”

Este foi um dos títulos utilizado nas informações que circularam nos últimos dias em redes sociais de São Cristóvão (SE).

Ainda segundo as informações veiculadas nas redes sociais, “por unanimidade dos votos, a câmara de vereadores de São Cristóvão aprovou, na noite desta terça-feira(20), o projeto de lei 006/2018 que determina o reajuste dos vencimentos básicos dos profissionais do Magistério Público Municipal”

O reajuste em 16,81%(dezesseis, oitenta e um), faz parte do cumprimento ao plano de recuperação do Piso Salarial, que fora instituído pela lei municipal n°247, de 28 de agosto de 2015.

O texto cita a presença da maioria dos vereadores, porém, informa que “os vereadores Paulo Jr.(PSL) e Dito(PMB), não compareceram na sessão, sem justificativa do motivo de suas ausências”.

No texto o vereador Paulo Júnior é ainda citado de forma que deixou transparecer a falta de interesse por parte do parlamentar em comparecer à sessão. Veja! “Obs. Paulo Jr é candidato a presidente da Câmara, e não comparece aos trabalhos, desde que percebeu que nao tinha apoio da maioria”.

Em nota o vereador Paulo Júnior se defendeu das acusações.

VEJA A NOTA

Boa noite, senhores, utilizei a tribuna da câmara para reafirmar que meu mandato está a serviço do povo de São Cristóvão e de seu desenvolvimento.

Diante disso, destaco que os professores sempre tiveram meu irrestrito apoio, assim como o fortalecimento da rede municipal de educação. A prova disso é que VOTEI contra o corte de salários de professores implementado pela gestão anterior e que nunca dei voto contrário ao reajuste salarial para servidor público. Em 2015, fui o único vereador da oposição a votar favorável ao aumento de 13% para o magistério, onde foi criado o plano de recuperação salarial decorrente dos cortes. Em 2016, também votei a favor dos 15% de reajuste, assim como apoiei aos 28% de reajuste sugerido pela gestão de Marcos Santana no ano passado. Não tenho motivo nenhum para ser contrário ao reajuste proposto pelo executivo em 2018.

Não pude comparecer à sessão que votou o reajuste de 16,1% por motivos de saúde, estava de licença médica, e não iria pedir ao presidente para suspender a pauta, já que a matéria seria votada em caráter de urgência, apenas por não está presente. Isso significa que meus interesses não podem, em hipótese nenhuma, se sobrepor aos interesses dos servidores públicos, em especial dos Professores.

Lamento o uso político do reajuste salarial dos professores sancristovenses porque educação não é moeda de troca, é política de inclusão e de transformação social.

Aproveito a oportunidade para registrar meu repúdio em relação às matérias plantadas nas redes sociais que tratam minha ausência na sessão de terça, dia 20, como injustificada. Esse material tem o único objetivo de desqualificar meu trabalho, diante dos últimos fatos que ocorreram na Câmara de Vereadores.

J. Sousa

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