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Sergipe avança no acompanhamento de saúde dos beneficiários do Bolsa Família

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Redação Rw News
novembro08/ 2017

Estado de Sergipe alcançou 79,2% de cobertura na primeira vigência de 2017, superando a meta pactuada no Sispacto no ano de 2016, que foi de um percentual de 78%

 

O relatório sobre o acompanhamento das condicionalidades da saúde no Programa Bolsa Família aponta um crescimento de 7,5% na primeira vigência de 2017, em relação à segunda vigência de 2016. Isso quer dizer que no primeiro semestre deste ano foram acompanhadas 19.578 famílias a mais que no segundo semestre do ano passado. Os dados indicam também que o Estado de Sergipe superou a meta de cobertura das condicionalidades pactuada com o Ministério da Saúde através do Sispacto, um sistema online utilizado para o registro da pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores de Saúde.

 

A última meta de cobertura pactuada no Sispacto foi para 2016, com um percentual de 78%, segundo informações do coordenador Estadual do Bolsa Família na Saúde, Ronaldo Cruz. “No primeiro semestre deste ano avançamos um pouco em relação à meta pactuada no ano passado, uma vez que alcançamos o percentual de 79,2% de cobertura das condicionalidades na área da saúde”, observou.

 

Traduzindo as informações em números, o Estado de Sergipe tinha a meta de acompanhar 232.261 famílias na primeira vigência de 2017, conseguindo realizar o acompanhamento junto a 183.939 famílias, alcançando 79,2% de cobertura, superando a meta pactuada no Sispacto para 2016. Mas, apesar disso, como destaca o relatório, 19 municípios sergipanos não obtiveram êxito nesse quesito e, entre eles, está Aracaju, que só conseguiu acompanhar 15.735 das 27.026 famílias previstas para receber o serviço, registrando uma cobertura de 58,22%.

 

O coordenador Ronaldo Cruz salienta que o cumprimento das condicionalidades pelas famílias inseridas no Bolsa Família é fundamental para melhorar indicadores de saúde, a exemplo da mortalidade infantil. “As equipes de atenção básica, os próprios agentes de saúde, têm um papel fundamental no acompanhamento das famílias e isso tem repercutido muito positivamente nas políticas públicas. Diversos estudos mostram que as condicionalidades do Bolsa Família foram fundamentais para a redução da taxa de mortalidade infantil em nosso país e, obviamente, em nosso estado”, enfatizou Ronaldo Cruz.

 

Crianças e gestantes

De acordo com o relatório da primeira vigência de 2017, o Estado acompanhou 108.873 crianças, das quais 99,68% estavam com o calendário vacinal em dia e 89,66% tiveram dados nutricionais coletados. Com relação a gestantes, foram localizadas 6.423, sendo 69,49% da estimativa para o Estado, que era de 9.243. Do total de grávidas localizadas, 99,66% estavam com o pré-natal em dia e 93,83% tiveram dados nutricionais coletados.

 

Segundo o coordenador, quando os dados nutricionais coletados não são bons, eles indicam que aquelas famílias estão precisando de um cuidado maior da rede de atenção básica. “Aí entram os agentes de saúde que passam a dedicar maior atenção àquelas famílias e buscam alternativas que possam ajudá-las, como encaminhá-las a cursos, com vistas ao mercado trabalho, por exemplo”.

 

Na valiação de Ronaldo Cruz as condicionalidades de saúde caracterizam-se como uma importante ferramenta do Bolsa Família porque possibilita a garantia do acesso às ações e serviços do SUS às populações em situação de vulnerabilidade social.

 

Da Redação com ASN

Redação Rw News

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