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Saúde de Sergipe tem trabalho aprovado para congresso internacional

Lavínia Aragão Trigo de Loreiro - Coordenadora do Núcleo estadual de Educação Permanente e Educação Popular em Saúde
Redação Rw News
fevereiro28/ 2018

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) inscreveu e teve seu trabalho aprovado para apresentação no 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares e Saúde Pública, que será realizado em março, no Rio de Janeiro. “EDPOPSUS Sergipe: Interface entre as PICS e a Educação Popular no fortalecimento do SUS” é o nome da experiência  que pode colocar Sergipe no cenário internacional de práticas alternativas na saúde pública.

“Submetemos ao congresso uma experiência bem bacana que a gente teve aqui em elação à discussão das práticas integrativas e complementares dentro do curso de Educação Popular em Saúde que está sendo ofertado em 12 municípios sergipanos, a partir de um convênio celebrado entre a SES e a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), através da Escola Politécnica Joaquim Venâncio, com a parceria do Ministério da Saúde. Estamos felizes porque nosso trabalho foi aprovado”, celebrou a coordenadora do Núcleo estadual de Educação Permanente e Educação Popular em Saúde, Lavínia Aragão Trigo de Loreiro.

O curso acontece simultaneamente em 12 municípios e como destaca a coordenadora, os agentes comunitários de saúde, de endemias e demais profissionais da Atenção Básica e movimentos sociais passam por um processo de qualificação dentro da Política Nacional de Educação em Saúde, fazendo a interação com outra política, que é a de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. No curso, são discutidas questões como massoterapia, reich, acupuntura auricular, farmácia viva e outras estratégias que já são reconhecidas no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive enquanto produção ambulatorial. Segundo Lavínia Loreiro, vários municípios começam a implantar estas ações dentro das suas unidades de saúde.

A aprovação do trabalho para apresentação no congresso internacional significa reconhecimento de um esforço que vem sendo empreendido pela SES para inserir as práticas alternativas como opção na linha de cuidados à saúde, sob a lógica da promoção, prevenção e proteção.  A SES é a autora principal do trabalho, como in formou Lavínia Loreiro.

“Ter o projeto aprovado remete primeiro ao reconhecimento da instituição que o está trabalhando e depois à possibilidade de a secretaria estar divulgando para outros Estados e outros países a experiência de uma prática que tem dado frutos positivos e que a gente tem conseguido efetivar aqui do Estado”, reforçou o coordenadora.

Educação em Saúde

O curso Educação Popular em Saúde vem sendo acontecendo desde 2013, com oferta 100% do Ministério da Saúde e da Fiocruz. Sergipe não seria mais contemplado com novas turmas porque o Estado já tinha atingido até a mais do quantitativo de vagas inicialmente disponibilizadas. “Mas os municípios começaram a fazer solicitação à SES, informando que queriam a continuidade do curso. Então articulamos uma parceria com junto à Fiocruz e ao MS e continuamos a oferta do curso que, atualmente chega a 12 municípios, entre eles, Santo Amaro, Neópolis, Aquidabã, Estância, Indiaroba, são Cristóvão e Frei Paulo”, disse.

 

Redação Rw News

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