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Edição do Projeto Vivendo a Praça é realizada no conjunto Eduardo Gomes

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J. Sousa
abril23/ 2018

As ações visam levar aos jovens em situação de vulnerabilidade atividades educativas, culturais e esportivas

Aconteceu na última sexta-feira (20), no conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão (SE), mais uma edição do Projeto Vivendo a Praça, iniciativa que está integrada as ações do programa Minha Comunidade Segura. Durante a tarde ocorreram atividades esportivas e culturais desempenhadas em parceria entre a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), Secretaria de Estado da Casa Civil, Secretaria Municipal da Juventude e do Esporte (Sejesp) e o Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

 

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O evento tem por objetivo realizar a ocupação social dos espaços que foram tomados pelo tráfico de drogas, tanto para uso quanto para venda. Segundo Anderson Delfon, um dos coordenadores do projeto, a ação se faz muito importante para a retomada da cidadania e diminuição da criminalidade nessas áreas. “Os serviços oferecidos de atividades recreativas e esportivas, em um espaço onde antes a gente tinha a tomada da criminalidade se faz muito importante, ou seja, é a oferta da cidadania como deve acontecer” pontuou.

O Programa Minha Comunidade Segura tem por finalidade firmar estratégias que atinjam comunidades com altos índices de violência, transformando-a através de atividades lúdicas e construindo uma relação entre a população dessas regiões e as instituições. Para tal, após análises científicas desenvolvidas pelo Núcleo de Análises e Pesquisas em Políticas de Segurança e Cidadania (Napsec) foram implementados projetos, como o Vivendo a Praça, que envolvem o jovem e todo o seu ciclo social.

De acordo com Abigail Souza, coordenadora do Núcleo de Prevenção da SSP, o programa almeja, através das ações realizadas, ser um caminho reverso a criminalidade. “A gente leva pra esse ambiente a prática esportiva e lúdica, interagindo com os jovens afim de despertar neles o interesse pela prática esportiva e cultural fazendo o trabalho reverso da criminalidade” concluiu.

Créditos: SSP/SE

J. Sousa

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