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Carro usado para matar capitão Oliveira foi roubado em setembro

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J. Sousa
abril05/ 2018

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) já identificou a origem do Corola incendiado, que teria sido usado por bandidos para assassinar o capitão Oliveira, comandante do Pelotão de Caatinga, executado com cerca de 30 tiros na noite de ontem, quarta-feira (4), em Portal da Folha. De acordo com informações do capitão Valter Augusto, comandante da 2a Companhia do 4o Batalhão da Polícia Militar, o veículo estava com placa clonada, mas pelo número do chassi foi possível constatar que o veículo possui restrições e que teria sido roubado no mês de setembro do ano passado.

Os detalhes sobre a origem do veículo e o local onde o Corola foi roubado são informações mantidas em sigilo para não atrapalhar as investigações, segundo o capitão Valter. Este veículo foi encontrado em chamas, após o assassinato do policial militar, em um trecho da rodovia que interliga os municípios de Porto da Folha e Monte Alegre. A carcaça do carro está sendo periciada pela equipe técnica da SSP.

De acordo com o capitão Valter, no primeiro momento, os policiais foram acionados para atender uma ocorrência vinculada à localização do Corola que estava em chamas no entroncamento do município de Porto da Folha. E, no desenrolar desta ocorrência, os policiais foram alertados sobre o corpo que se encontrava dentro de um Voyage nas proximidades, justamente sendo a vítima o capital Oliveira, atingido pelos tiros disparados pelos bandidos, que conseguiram fugir depois de atear fogo em um dos carros usados para a prática do crime.

Investigação

De acordo com informações da assessoria de imprensa da SSP, as investigações foram iniciadas ainda na noite de ontem com o deslocamento das equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e da Divisão de Inteligência Policial (Dipol) para a região. As investigações estão sendo conduzidas sob o comando do delegado da Polícia Civil, Dermival Eloy, diretor do Cope, com acompanhamento do delegado Jonathas Evangelista, coordenador das Delegacias da Polícia Civil do Interior.

A SSP não fornece detalhes, mas trabalha com a hipótese de crime de execução e não descarta nenhuma das possibilidades, investigando, inclusive, denúncias de que a vítima teria sofrido ameaças, segundo a assessoria de imprensa.

Créditos: Infonet (Cássia Santana )

J. Sousa

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